Experiência confirma: o corpo humano emite radiação luminosa

É um facto: nós somos mais do que átomos e moléculas que compõem os nossos corpos. Somos seres de luz também. O corpo humano projeta fotões que, quer naturalmente, quer de forma intencional, podem modular processos fundamentais na comunicação celular.

Na verdade, o corpo humano emite biofotões, também conhecidos como emissões de fotõess ultrafracos (UPE), com uma visibilidade 1000 vezes menor do que a sensibilidade do nosso olho, ou seja, impossíveis de observar, a não ser com o auxílio de tecnologia. Embora não seja visível para nós, essas partículas de luz são parte do espectro energético que rodeia o nosso corpo e são detetáveis através de instrumentos científicos muito sensíveis (ver, por exemplo, esta experiência científica https://www.livescience.com/7799-st…).
experiência com biofotões

Os olhos físicos e mentais emitem luz

O próprio olho, que é continuamente exposto aos fotões poderosos que passam por vários tecidos oculares, emitem emissões espontâneas e visíveis de fotões induzidas pela luz. Estas emissões de luz também têm sido associadas com o metabolismo energético cerebral. A hipótese de Bókkon sugere que os fotões libertados a partir de processos químicos dentro do cérebro produzem imagens biofísicas durante a imaginação, e um estudo recente descobriu que, quando os indivíduos imaginaram luz ativamente num ambiente escuro, a sua intenção produziu aumentos significativos nas emissões energéticas de fotões ultrafracos.
olho

Emissões de biofotões do corpo são geridas pelas forças solares e lunares

Parece que a ciência moderna está a começar a reconhecer a capacidade do corpo humano receber e emitir energia e informações diretamente da luz emitida pelo Sol. Há também uma crescente perceção de que o Sol e a Lua afetam as emissões de biofotões por meio de influências gravitacionais.

A intenção enquanto força transformadora

A própria intenção humana, pode ter uma influência sobre os biofotões. Um artigo publicado na revista “Investigación Clinica” intitulado “A evidência sobre o poder da intenção” abordou esta ligação:
A intenção é definida como um pensamento dirigido para realizar uma determinada ação. Os pensamentos intensamente focados (também, por vezes, denominados pensamento-forma) podem interagir praticamente com todos os seres vivos. A emissão de partículas de luz (biofotões) parece ser o mecanismo através do qual a intenção produz estes efeitos. Todos os organismos vivos emitem uma corrente constante de fotões como meio para dirigir os sinais instantâneos de uma parte do corpo para outra e para o mundo exterior.
A intenção direta manifesta-se como uma energia elétrica capaz de produzir um fluxo ordenado de fotões. As nossas intenções parecem operar frequências coerentes que conseguem alterar a estrutura molecular da matéria. Para a intenção ser eficaz, é necessário escolher o momento adequado. De facto, parece existir uma sintonia biológica que sincroniza os seres vivos e a energia da terra criando um relógio que define um biorritmo próprio para as ações serem mais eficazes.
Os casos de curas espontâneas ou de cura remota de pacientes doentes representam episódios de um intenso propósito operacional sobre as doenças. A intenção de curar, bem como a certeza da pessoa doente sobre a eficácia das influências de cura, promovem realmente a sua cura.
Pode-se afirmar que os avanços da ciência vão permitindo entender práticas que já existem há muito tempo, ainda que de forma intuitiva e empírica. Os estudos sobre o pensamento e a consciência estão a emergir como aspetos fundamentais em áreas como a Biologia e a Medicina.